RURAL: BRASIL INICIA NEGOCIAÇÃO COM A CHINA PARA EXPORTAR ANIMAIS EM PÉ, SÊMEN E EMBRIÕES BOVINOS

21/06/2005

Brasil e China estão em fase final de negociação para abertura das exportações de material genético e bovinos em pé para o país asiático. Representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do governo chinês reuniram-se na China para discutir questões técnicas sobre as vendas externas de vários produtos, incluindo sêmen e embriões, bovinos, eqüinos, produtos lácteos e pintos de um dia.
O encontro entre os dois Departamentos de Sanidade Animal, realizado no final de maio, é o primeiro passo para criação do protocolo sanitário entre Brasil e China. Atualmente, os pecuaristas brasileiros não podem exportar bovinos e material genético para o país oriental por falta de regras sanitárias relativas às vendas externas.
Inicialmente, o Mapa deve solicitar à China autorização sanitária oficial para a exportação de produto específico da lista, conforme recomendação dos técnicos chineses. Caso o pedido seja aceito, os orientais farão análise de risco e inspeção de campo para, só depois, assinarem o Protocolo Sanitário. De acordo com o Mapa, no caso de produtos lácteos não há necessidade de requisição formal, e apenas é necessária a etiquetagem (label), que deve ser providenciada pelo importador chinês.
No caso da comercialização de material genético e de bovinos vivos, o gerente do consórcio de exportação Brazilian Cattle Genetics, Gerson Simão, alerta que antes será preciso identificar parceiros na China interessados em levar a genética dos animais zebuínos para lá. "A China precisa suprir a grande demanda por leite. Eles têm muito interesse em levar genética de raças leiteiras, principalmente à Região Sul da China, onde as temperaturas são mais elevadas e ideais para criação de zebu", informa Simão.
As negociações para firmar protocolo sanitário entre os dois países se arrastam por 2,5 anos. O primeiro produto a ser exportado pelo Brasil pode ser embrião. Em setembro, representantes do Brazilian Cattle Genetics, consórcio formado por quase 20 empresas de vários segmentos da pecuária, participam de feira agropecuária na China, quando iniciam os contatos para a exportação de material genético zebuíno.Brasil e China estão em fase final de negociação para abertura das exportações de material genético e bovinos em pé para o país asiático. Representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do governo chinês reuniram-se na China para discutir questões técnicas sobre as vendas externas de vários produtos, incluindo sêmen e embriões, bovinos, eqüinos, produtos lácteos e pintos de um dia.
O encontro entre os dois Departamentos de Sanidade Animal, realizado no final de maio, é o primeiro passo para criação do protocolo sanitário entre Brasil e China. Atualmente, os pecuaristas brasileiros não podem exportar bovinos e material genético para o país oriental por falta de regras sanitárias relativas às vendas externas.
Inicialmente, o Mapa deve solicitar à China autorização sanitária oficial para a exportação de produto específico da lista, conforme recomendação dos técnicos chineses. Caso o pedido seja aceito, os orientais farão análise de risco e inspeção de campo para, só depois, assinarem o Protocolo Sanitário. De acordo com o Mapa, no caso de produtos lácteos não há necessidade de requisição formal, e apenas é necessária a etiquetagem (label), que deve ser providenciada pelo importador chinês.
No caso da comercialização de material genético e de bovinos vivos, o gerente do consórcio de exportação Brazilian Cattle Genetics, Gerson Simão, alerta que antes será preciso identificar parceiros na China interessados em levar a genética dos animais zebuínos para lá. "A China precisa suprir a grande demanda por leite. Eles têm muito interesse em levar genética de raças leiteiras, principalmente à Região Sul da China, onde as temperaturas são mais elevadas e ideais para criação de zebu", informa Simão.
As negociações para firmar protocolo sanitário entre os dois países se arrastam por 2,5 anos. O primeiro produto a ser exportado pelo Brasil pode ser embrião. Em setembro, representantes do Brazilian Cattle Genetics, consórcio formado por quase 20 empresas de vários segmentos da pecuária, participam de feira agropecuária na China, quando iniciam os contatos para a exportação de material genético zebuíno.

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