APTA REGIONAL: PÓLO REGIONAL DA ALTA SOROCABANA PROMOVE I CICLO DE PALESTRAS RAIVA

11/05/2006

A raiva e suas características principais é o tema do I Ciclo de Palestras – Aspectos Epidemiológicos da Raiva, promovido pelos pesquisadores científicos do Pólo Regional da Alta Sorocabana, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O evento, que acontece em Presidente Prudente de 15 a 19 de maio, aborda também as questões sobre como evitar a contaminação, os sintomas, e como diagnosticar a doença.

 

Entre os assuntos sobre raiva, abordados nas palestras, está o diagnóstico laboratorial da raiva, controle de populações de morcego, encaminhamento de amostras ao laboratório, estatísticas de casos, conhecimento da etiologia do vírus e vacinação de animais contra a raiva.

 

Na região da Alta Sorocabana, o controle da doença é feito através de amostras recebidas pelo laboratório, são mais de mil amostras de animais por ano, envolvendo principalmente morcegos.

 

Desde a instalação do laboratório no Pólo Regional, em 1995, até hoje, foram diagnosticados 75 casos da doença em morcego e 26 em bovinos. Na região da Alta Sorocabana, o único caso de morte pela doença ocorreu no município de Dracena, em julho de 2001, uma mulher de 53 anos morreu ao ser mordida por um gato que possuía o vírus da raiva.

 

Raiva

A raiva é uma zoonose transmitida ao homem pela propagação do vírus rábico, contido na saliva do animal infectado, principalmente pela mordedura. Apesar de a raiva ser conhecida desde a Antigüidade, continua sendo um problema de saúde pública dos países em desenvolvimento, principalmente a transmitida por cães e gatos, em áreas urbanas, mantendo-se a cadeia de transmissão animal doméstico-homem.

 

A prevenção mais importante é feita através da vacinação dos animais domésticos. Quando os indivíduos são expostos ao vírus, a prevenção se faz por vacinação e aplicação de soro anti-rábico, após avaliação de equipe médica.

 

Os sintomas mais comuns são: febre, dor de cabeça, mal-estar, dor de garganta, falta de apetite, enjôos, irritação, ansiedade, mudanças de comportamento. O local próximo da mordida pode ficar sensível ou anestesiado, com a progressão da doença, surgem quadros de ansiedade, febre alta, delírios, contrações musculares e podem surgir convulsões.

 

Ao detectar a doença a primeira coisa a fazer é limpar o mais rápido possível o ferimento após a agressão, com água corrente abundante e sabão ou outro detergente. Em seguida, aplicar anti-sépticos no ferimento, que inativem o vírus da raiva (povidine, clorexidine, álcool-iodado), e procurar imediatamente atendimento uma unidade de saúde.

 

 

Serviço:

“I Ciclo de Palestras – Aspectos Epidemiológicos da Raiva”

De 15 a 19 de maio – segunda a sexta-feira – 14 horas

Pólo Regional da Alta Sorocabana

Rodovia Raposo Tavares, km 561 - Presidente Prudente - SP

Fone: (18) 3222-0732 / 32228688

poloaltasorocabana@aptaregional.sp.gov.br

 

 

Texto produzido pela Assessoria de Comunicação

comunicacao@aptaregional.sp.gov.br

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